Homenagem à cantora argentina acontece neste domingo, na Lapa, e marca também os dois anos do coletivo Argentines Organizades. Nascida em 9 de julho de 1935, na cidade de Tucumán – mesmo local onde foi assinada a Declaração da Independência da Argentina –, Mercedes Sosa tornou-se uma das artistas mais emblemáticas do continente. Com ascendência mestiça, unindo raízes europeias e indígenas diaguitas, ela ganhou o apelido de La Negra e dedicou sua trajetória artística à defesa dos direitos humanos e das causas progressistas na região. Após o golpe militar na Argentina em 1976, que depôs a presidente Isabelita Perón, a cantora foi perseguida pelo regime de Jorge Videla. Em 1979, foi presa durante um show em La Plata e, posteriormente, forçada ao exílio, residindo em Paris e Madri antes de retornar ao seu país. Mercedes faleceu em 4 de outubro de 2009, em Buenos Aires. Araceli Matus, neta da artista e presidente da Fundación Mercedes Sosa, destacou à Agência Brasil que a cantora é celebrada internacionalmente, com eventos na Espanha e na Alemanha, entre outros países. “Mesmo em meu país, onde tudo está difícil, há muitas homenagens em várias províncias, a maioria espontâneas”, afirmou. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.