Mercado de escritórios em São Paulo tem menor taxa de vacância em seis anos
Mesmo com juros altos, a vacância de escritórios em SP caiu para 16% no 1º trimestre; o retorno ao trabalho presencial e a busca por prédios premium elevam preços e demanda. Mesmo diante de um ambiente macroeconômico desafiador, com taxas de juros elevadas e perspectiva de um ciclo de corte mais curto na taxa Selic, o mercado de escritórios corporativos em São Paulo demonstra operar sob uma lógica própria. Os dados do primeiro trimestre confirmam que mais de 80 mil metros quadrados foram ocupados na capital paulista, impulsionando a taxa de vacância para 16%, o menor patamar registrado nos últimos seis anos. De acordo com Claudia Divani, coordenadora de Escritórios e Serviços para Ocupantes, o indicador de vacância segue uma trajetória de recuo há cerca de três anos. A taxa, que se encontrava em 23% no segundo trimestre de 2023, passou para 19% no primeiro trimestre de 2025 e encerrou o ano passado em 17%, confirmando a continuidade da tendência de queda com os atuais 16%. Leia também: De fachada vazia a ativo disputado: como São Paulo redesenha o térreo dos prédios. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney