Menino acorrentado ao pé de cama não estava matriculado na rede de ensino, diz polícia
Kratos Douglas, 11, foi encontrado morto por médica do Samu nesta semana em casa da zona leste da capital. A informação foi obtida por investigadores junto às secretarias de educação do estado e do município. Vizinhos chegaram a dizer aos policiais que não sabiam da existência de Kratos, o que, para a polícia, reforça a tese de que ele não saía de casa. A situação contrasta com o depoimento do pai, o motorista de aplicativo Chris Douglas, 52, que relatou acorrentar a criança para evitar recorrentes fugas da residência. A família mora no bairro Cidade Kemel há cerca de um ano. A última matrícula de Kratos na rede de ensino data de 2024, declarou a polícia. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo