Tomé Franca atribuiu o encarecimento do querosene de aviação ao cenário geopolítico entre EUA e Irã e destacou ações como o adiamento de tarifas e a liberação de crédito. O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, disse nesta terça-feira, 2, que o governo federal não teve responsabilidade pelo aumento dos preços dos combustíveis e atribuiu a alta a fatores geopolíticos relacionados ao conflito entre Estados Unidos e Irã. Segundo ele, as medidas adotadas pela União ajudaram a reduzir os impactos do encarecimento do querosene de aviação (QAV) sobre as companhias aéreas e os passageiros. “Não houve nenhuma medida do governo do Brasil no sentido de gerar o aumento do custo do combustível … Com as medidas que anunciamos para auxiliar ao setor, as companhias aéreas tivessem um fôlego durante esse período do aumento do combustível e não tivesse um impacto tão significativo no custo da sua operação”, afirmou o ministro em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, da EBC. Franca destacou que o governo adotou uma série de medidas para amenizar os efeitos da alta dos custos operacionais das empresas aéreas. Entre elas, citou a redução de tributos sobre o QAV, o adiamento do pagamento das tarifas de navegação aérea cobradas pela Força Aérea Brasileira (FAB) e a disponibilização de uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para as companhias do setor. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.