Intervenção cirúrgica só ocorreu 28 horas após admissão no hospital. Mariana morreu no dia 6 de maio após complicações decorrentes do procedimento para fertilização in vitro (FIV). Segundo os depoimentos, ela sofreu duas paradas cardiorrespiratórias na madrugada, e uma intervenção cirúrgica só aconteceu 28 horas após a admissão da paciente no hospital. As informações foram primeiro divulgadas pelo G1 e confirmadas pela Folha. O Hospital e Maternidade Mogi Mater, em nota à imprensa, declarou que o profissional Maurício Ligabô era o médico responsável pelo caso. Segundo o hospital, cabia a ele o acompanhamento do diagnóstico principal, a definição das estratégias terapêuticas relacionadas à sua especialidade, a indicação de procedimentos e a comunicação com a família. O hospital também afirma que a equipe intensivista, que integra o corpo clínico do hospital, possui autonomia técnica para conduzir os cuidados intensivos, o suporte clínico e as medidas necessárias à segurança imediata da internada dentro da UTI. Segundo a nota, isso foi feito prontamente. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.