Pauta relevante para o governo federal e acelerada por conta do fator eleitoral, o fim da escala 6x1 tornou-se tema prioritário na Câmara dos Deputados. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT), durante encontro com dirigentes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) Publicidade. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, criticou nesta quinta-feira, 14, o que se referiu como “exagero” do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, e documentos empresariais que atribuem ao fim da escala 6×1 o risco de desemprego e demais impactos econômicos negativos. “Quando o presidente da Fiesp, quando documentos de herança empresariais exageram do diagnóstico do impacto da redução da jornada de trabalho … exagera que vai quebrar, que vai gerar desemprego, que vai gerar informalidade. Tudo isso nós já ouvimos em muitos momentos históricos do País e outros países do mundo”, disse o ministro em discurso destinado à lideranças sindicais. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.