Marina Saleme reúne em exposição paisagens movediças e evanescentes
Artista retrata cenários que refletem sobre a impermanência. Não à toa, a exposição da artista na galeria Luisa Strina, na capital paulista, foi batizada de "Ralo". É um indicativo de que os cenários ali retratados estão na iminência de desaparecer. "Eu sempre trabalho com a questão da impermanência das coisas e com essa dúvida meio existencial", diz a artista, que tem obras no acervo de instituições como o Museu de Arte Moderna de São Paulo e a Pinacoteca da capital paulista. Além disso, ela já expôs em espaços como o Palácio das Artes, em Belo Horizonte, e o Paço Imperial, no Rio de Janeiro. Com quatro décadas de carreira, Saleme teve sua trajetória revisitada em um livro lançado pela editora Act Arte em maio. Com mais de 200 páginas, o volume leva o nome da artista e evidencia como ela promove uma fricção entre o abstrato e o figurativo em sua poética. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo