Com a volatilidade eleitoral como pano de fundo até outubro, especialistas recomendam carteiras com ativos internacionais para absorver choques sem abrir mão de retorno. O senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, deixa o prédio da Polícia Federal em Brasília, após visitar o pai, em 9 de dezembro de 2025. REUTERS/Adriano Machado Publicidade. O Ibovespa fechou em queda de 1,8% e o dólar voltou à faixa de R$ 5 na quarta-feira (13), depois que o Intercept Brasil publicou mensagens e áudios mostrando negociações entre o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro para o financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Foi o segundo episódio de forte reação dos mercados ligado ao cenário eleitoral em menos de seis meses: em dezembro, a confirmação de Flávio como pré-candidato derrubou o Ibovespa em até 4,2% e fez o dólar saltar 2,28% em um único pregão. Para especialistas ouvidos pelo InfoMoney, o padrão deve se repetir até outubro, e a resposta mais eficaz está na construção de uma carteira adequadamente diversificada, inclusive com ativos do exterior, segundo o perfil de risco de cada investidor. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.