Mais de 500 pessoas da minoria muçulmana rohingya desaparecem na costa de Mianmar
Embarcações rumo à Malásia levavam refugiados; cerca de 5.000 morreram na última década. Ela diz acreditar que seu marido, Abdul Rahman, estava em um dos dois barcos que, segundo a ONU, naufragaram na costa de Mianmar neste mês. As embarcações seguiam para a Malásia, onde seus passageiros, em sua maioria membros da perseguida minoria muçulmana rohingya de Mianmar, esperavam construir uma vida melhor. Na última quinta-feira (16), a ONU disse temer que mais de 500 pessoas tenham morrido. "Quem vai cuidar de mim agora?", afirma Nur Kalima, 24, grávida do terceiro filho. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo