Maior ladrão de arte do país é apontado como mandante de roubo na biblioteca Mário
Defesa não foi identificada pela reportagem; gravuras de Matisse e Portinari roubadas em SP podem ter ido para o exterior, segundo investigação. Naquela data, dois homens armados invadiram o espaço municipal, localizado na Consolação, região central de São Paulo, e levaram oito gravuras de Henri Matisse e cinco de Candido Portinari —estas da obra "Menino de Engenho"—, pertencentes à exposição "Do livro ao museu: MAM São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade". As peças não foram recuperadas e podem ter sido enviadas para o exterior, segundo a polícia. A reportagem não identificou na manhã desta sexta-feira (22) quem é o responsável pela defesa de Laéssio na investigação. O suspeito apontado como mandante está preso desde abril após ação da Polícia Federal no Rio de Janeiro, em desdobramento de outro caso. Um segundo suspeito, com participação no roubo à biblioteca, também está detido pela mesma ação da PF. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo