Em depoimento à Folha, Oswadeliz conta como foi a última conversa com Daniel, meia hora antes dos tremores. 1º.jul.2026 às 23h00 Edição Impressa Diminuir fonte Aumentar fonte Mayara Paixão Caracas Oswadeliz del Carmen Nuñez Ramirez, 58, falou com seu filho por telefone pela última vez há uma semana por breves quatro minutos. Foi quando descobriu que ele estava na Venezuela após ser deportado pelos Estados Unidos. Meia hora depois, dois terremotos gêmeos atingiram o país. E o filho da advogada venezuelana natural de El Tigre, em Anzoátegui, estava em um dos prédios que desabaram no estado de La Guaira. Junto a ele, outros 145 venezuelanos, entre adultos e crianças, que vieram no mesmo voo. Eles haviam sido levados pelo Estado para o local, que usualmente acolhe usuários de drogas e pessoas em situação de rua e foi transformado em base para receber os imigrantes retornados. Oswadeliz começou então um calvário em busca "do seu menino", Daniel Alejandro, 28. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.