Em entrevista ao Washington Post, brasileiro analisou estratégia de diálogo e reiterou não se tratar de submissão. Falando ao jornal Wasghinton Post, Lula relembra que a reunião no dia 7 de maio na Casa Branca começou com o presidente dos Estados Unidos o guiando pela galeria de retratos presidenciais. Diante das fotos com expressão fechada, Lula perguntou ao americano, em tom de brincadeira, se ele não sabe sorrir. Trump respondeu que eleitores preferem líderes com ar sério. "Só durante a eleição", retrucou Lula. "Agora que você está governando, pode sorrir um pouco. A vida fica mais leve quando a gente sorri.". Lula resumiu sua lógica da aproximação com o americano: "Se consegui fazer Trump rir, posso conseguir outras coisas também. Você não pode simplesmente desistir.". Lula deixou evidentes a Trump suas discordâncias. "Trump sabe que sou contra a guerra com o Irã, que discordo de sua intervenção na Venezuela e que condeno o genocídio que está acontecendo na Palestina ", afirmou. Mas fez questão de separar divergência política de relação entre Estados. "Minhas discordâncias políticas com Trump não interferem na minha relação com ele como chefe de Estado. O que quero é que ele trate o Brasil com respeito, entendendo que sou o presidente democraticamente eleito aqui.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.