Governo sofreu duas derrotas sequenciais no Congresso, com rejeição de Messias e derrubada do veto presidencial à redução de penas. As derrotas em questão são a rejeição histórica da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF (Supremo Tribunal Federal), e a derrubada do veto do presidente Lula ao projeto de dosimetria, ambas no fim de abril. A proposta reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A ordem é que as demissões sejam feitas sem alarde, pingadas e em cargos menores, que ficam na ponta dos órgãos públicos. O Planalto considera que um "exoneraço" seria o mesmo que imprimir um recibo das derrotas em pleno Diário Oficial da União. O levantamento ainda está sendo feito pela Secretaria de Relações Institucionais, mas alguns nomes já começaram a ser demitidos. Os nomes são analisados caso a caso, para evitar dano colateral. A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.