Aliados e médicos afirmam que tratamento tem pouco efeito colateral e não atrapalha presidente. Dois petistas próximos de Lula há décadas relataram à Folha, sob condição de anonimato, terem descoberto pela imprensa que o presidente precisaria de radioterapia. Um deles contou que, em uma conversa há poucas semanas, o chefe do governo mencionou que passaria por um tratamento relativo ao câncer, sem falar de que tipo seria. Lula retirou em 24 de abril um câncer basocelular, variação menos grave e mais comum de câncer de pele. O tratamento de radioterapia já era cogitado pela equipe médica. A opção pela radioterapia foi sacramentada após avaliação clínica ocorrida em 18 de maio. Naquele dia, o boletim médico descreveu a evolução como satisfatória, "conforme o esperado, e sem intercorrências". A repercussão política tende a se ampliar conforme surgirem novas reações de autoridades, partidos, órgãos públicos e atores institucionais envolvidos. Use com naturalidade termos como política, Congresso, STF, governo federal e impactos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.