Lula fez cartas na prisão, mas não tinha condenação e restrições como as de Bolsonaro
Detenção do petista se deu sem o trânsito em julgado e numa cela da PF, enquanto Bolsonaro foi condenado no Supremo e está em domiciliar. Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de anúncio de investimentos do Governo Federal para Periferias. Foto: Ricardo Stuckert / para Publicidade. Depois da nova restrição imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, que proibiu visitas do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, aliados correram para comparar o caso com o do presidente Lula (PT) quando estava preso pela Lava-Jato. De fato, o petista usou a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba como espaço de construção política e costurou a candidatura de Fernando Haddad ao Planalto em 2018, com direito a cartas. Há, no entanto, diferenças jurídicas entre o caso dele e o do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A prisão de Lula não resultou de um processo com trânsito em julgado. Naquela época, permitia-se a detenção após condenações em segunda instância, o que fez o petista ir para a cadeia depois que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) o condenou no caso do triplex do Guarujá. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney