MPSC associou a morte do cão Orelha à doença grave preexistente e pediu o arquivamento das investigações. MPSC associou a morte do cão Orelha à doença grave preexistente e pediu o arquivamento das investigações. Análises minuciosas de câmeras de segurança foram capazes de comprovar que os adolescentes acusados de matar o Cão Orelha nunca estiveram ao mesmo tempo que o animal na Praia Brava, em Florianópolis. A linha do tempo foi usada pelo Ministério Público de Santa Catarina para pedir o arquivamento da investigação sobre supostos maus-tratos ao cachorro. Segundo o parecer do MPSC, do qual a NDTV RECORD teve acesso, as imagens utilizadas inicialmente pela investigação da Polícia Civil apresentavam inconsistências temporais. O problema teria sido identificado após comparação entre câmeras privadas de um condomínio e registros do sistema público de monitoramento Bem-Te-Vi. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.