O governo libanês tem buscado o desarmamento do grupo desde que a última rodada de combates eclodiu, mas o Hezbollah alega que a posse de armas é um assunto interno. Manifestantes, incluindo apoiadores do Hezbollah, protestam contra a negociação direta entre Israel e o governo libanês, em Beirute 10 de abril de 2026 REUTERS/Adnan Abidi Publicidade. O líder do grupo xiita libanês Hezbollah, Naim Kassem, pediu ao governo do Líbano que se retire das negociações diretas com Israel, classificando-as como uma concessão e defendendo “negociações indiretas”, em carta nesta terça-feira, 12. Kassem afirmou que a disputa sobre a posse de armas pelo Hezbollah é um assunto interno e não deveria fazer parte das conversas com Israel. O governo libanês tem buscado o desarmamento do grupo desde que a última rodada de combates eclodiu no início de março, classificando como ilegais todas as atividades militares do grupo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.