Apresentação com canções de seu novo trabalho arrebatou a plateia no Tokio Marine Hall. A interjeição dá nome à canção e ao mais recente álbum que Lenine lançou em novembro do ano passado, após um hiato de uma década sem um trabalho inédito gravado em estúdio. Foi o filho do meio, o músico e produtor musical Bruno Giorgi, que trouxe o pai de volta ao seu ofício de compor e tocar depois que ele desistiu da música durante a pandemia da Covid-19. "Eu fui um imbecil em achar que poderia viver sem isso aqui [a música]. Obrigada, filho", afirmou Lenine ao apresentar Bruno à plateia. "Ele foi o responsável para que eu fizesse as pazes comigo mesmo", completou. Além de produtor de "Eita", o músico toca baixo, faz backing vocal e traz alguns efeitos sonoros às canções durante o show. Com o seu violão, o mesmo que desprezou no período que define como "pandemia e pandemônio", Lenine foi o maestro de sua pequena e afiada orquestra e conduzia o público apenas com o olhar. No show, também estavam no palco os músicos Negadeza (percussão), Henrique Albino (sopros), Gabriel Ventura (guitarra), Pantico Rocha (bateria) e Bruno. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.