Justiça suspender pesquisa não é comum, mas também não é raro, diz Azevedo Marques
Ministro do TSE evitou comentar decisão do presidente do Tribunal, Nunes Marques, que determinou a suspensão da última pesquisa Atlas que apontou queda de Flávio Bolsonaro (PL). Ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Floriano de Azevedo Marques Neto. Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE Publicidade. O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disse que é “comum” que candidatos questionem pesquisas eleitorais e que a Justiça eleitoral suspender a divulgação “não é comum, mas também não é raro”. A fala foi feita em congresso da Associação Brasileira de Internet (Abranet) realizado nesta terça-feira (9) em Brasília. Ele foi questionado sobre a decisão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, que suspendeu a divulgação de pesquisa Atlas que mostrava queda da intenção de voto no senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A pesquisa foi publicada em 19 de maio, após a divulgação de áudio em que o senador pedia dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney