Justiça mantém suspensas as demissões na Casas Bahia
Empresa diz respeitar o Poder Judiciário e adotar medidas cabíveis em relação à decisão. Segundo a magistrada, a petição inicial apresentada pela Casas Bahia não cumpriu os requisitos legais do mandado de segurança, uma vez que não anexou ao pedido documentos necessários para a análise. A Casas Bahia disse à Folha respeitar o poder Judiciário e adotar, nos autos, as medidas processuais cabíveis em relação à decisão. "As decisões em curso integram amplo processo de reestruturação, necessário para garantir a continuidade e a sustentabilidade do negócio, bem como a preservação dos empregos mantidos", afirma a varejista. Foram demitidos cerca de 3.000 trabalhadores do grupo que engloba Casas Bahia, Ponto (antigo Pontofrio) e Extra.com na semana anterior ao pedido de recuperação judicial para para reorganizar dívida de cerca de R$ 17,3 bilhões. Além disso, 298 lojas foram fechadas. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Brasil. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Folha de S.Paulo