Prisão preventiva tem relação com histórico de agressões, segundo a polícia. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (10) pela DPE-para (Defensoria Pública do Estado do Paraná), que precisou atuar na defesa do homem. Em nota à Folha, a Defensoria explica que "atuou somente no ato da audiência de custódia, em que são analisados apenas os aspectos legais da prisão preventiva". "A instituição reforça que, conforme a Constituição Federal, atua para garantir que todas as pessoas tenham direito à ampla defesa. A Defensoria destaca também que não atua na fase de inquérito policial", informou. A Polícia Civil tem dez dias para concluir o inquérito policial, que começou a partir do chute contra a menina, mas agora também abrange uma possível agressão ao irmão dela, um menino de cinco anos, que seria enteado do homem. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.