A Justiça do Rio Grande do Sul determinou que o Spotify remova imediatamente playlists, músicas, perfis e outros conteúdos que incentivem a. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Marcelo Salvatico/Canaltech A Justiça do Rio Grande do Sul determinou que o Spotify remova imediatamente playlists, músicas, perfis e outros conteúdos que incentivem a violência, exaltem massacres em escolas ou espalhem discursos de ódio. A decisão foi tomada após um pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS), que identificou conteúdos extremistas na plataforma, incluindo materiais que incentivavam automutilação e suicídio. As decisões judiciais foram concedidas em duas etapas. Em 24 de abril, a Justiça autorizou a quebra do sigilo de perfis, canais e playlists investigados. Com isso, as autoridades tiveram acesso aos dados cadastrais e aos registros de acesso dessas contas. Em 7 de maio, uma nova decisão determinou a remoção imediata dos conteúdos considerados ilegais, sem aviso prévio aos usuários, para impedir que continuassem sendo divulgados. Em nota ao portal Tilt do UOL, o Spotify informou que já cumpriu a decisão judicial. A empresa afirmou que segue as ordens da Justiça nos países onde atua e destacou que suas regras proíbem conteúdos que incentivem a violência ou coloquem pessoas em risco. Segundo a plataforma, ela também trabalha para identificar e remover esse tipo de material. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.