Tribunal havia revogado a prisão de Artur Gomes da Silva Neto em maio; procurada, defesa não respondeu. Gomes foi detido em agosto do ano passado em operação que investiga recebimento de propinas das redes Ultrafarma e Fast Shop. Em 28 de maio, o tribunal revogou a prisão preventiva. A Folha procurou a defesa do acusado por WhatsApp na manhã desta quinta-feira (11), mas não teve respostas até a publicação desta reportagem. A decisão, de 3 de junho, é assinada pelo juiz Guilherme Eduardo Martins Kellner, da 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores de Capital. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.