Justiça dos EUA reativa processos que associam Tylenol ao autismo
Não há evidências científicas sólidas que comprovem essa relação. De acordo com o Tribunal de Apelações do 2º Circuito dos EUA, em Manhattan, um juiz de primeira instância excluiu indevidamente o depoimento de três médicos especialistas, apresentado por pais e responsáveis, que associavam o uso de Tylenol durante a gravidez ao autismo e ao TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) em crianças. Não existem evidências científicas sólidas que comprovem essa relação. A questão ganhou maior atenção depois que o presidente Donald Trump e autoridades de saúde dos EUA sugeriram, em setembro, uma possível ligação do medicamento com o autismo. Em uma decisão de 64 páginas, proferida por um painel de três juízes, o juiz Guido Calabresi afirmou que o depoimento dos três médicos, incluindo o reitor da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, refletia metodologias utilizadas por outros cientistas e "constitui interpretações aceitáveis de evidências científicas onde os cientistas podem discordar, e de fato discordam". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo