Derrocada da companhia teve origem nos anos 2000, em meio à política dos. A empresa tinha tido a falência decretada em novembro do ano passado, mas a decisão foi suspensa pelo TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), após bancos terem entrado com recurso. O pedido de vista ocorreu depois de a desembargadora Mônica Di Piero votar a favor da falência, ou seja, contra o agravo de instrumento que havia levado a empresa de volta à recuperação judicial em novembro de 2025 — ocasião em que Bradesco e Itaú apresentaram recursos. As defesas dos bancos argumentaram que a administração da empresa não teria cumprido o plano previsto pela recuperação judicial e que a quebra seria precipitada. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.