Justiça condena ex-CFO do Itaú a pagar R$ 2,83 milhões ao banco
Defesa de Broedel diz que irá recorrer da decisão e que executivo. O banco acusa o executivo de desvio de poder e gestão abusiva, conflituosa e irregular por supostamente embolsar parte de pagamentos a serviços contratados para a instituição financeira. De acordo com o Itaú, Broedel, enquanto CFO do banco, contratava constantemente a consultoria de Eliseu Martins, reconhecido como um dos maiores contadores do país. No entanto, Broedel era sócio de Martins e, segundo o Itaú, ficava com 40% de todo o pagamento feito pela prestação de serviços. Em nota, a defesa do executivo afirma que vai recorrer da decisão e que ele "sempre se conduziu de maneira ética e transparente ao longo dos 12 anos em que trabalhou no Itaú Unibanco e seguirá tomando todas as medidas judiciais para provar isso". O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo