Para Andre Raduan e Jose Luiz Torres, da Genoa Capital, o cenário benigno de início de 2026 se inverteu – e os bancos centrais tendem a subir juros, em vez de cortar. O ano começou com perspectivas favoráveis: o real se valorizava, a economia global desacelerava a inflação e o mercado antecipava cortes de juros no Brasil e no mundo. Em poucos meses, esse cenário mudou. Na edição 188 do Outliers InfoMoney, Clara Sodré e Fabiano Cintra conversam com Andre Raduan e Jose Luiz Torres, sócios da Genoa Capital, para entender os motivos da mudança – e como navegar daqui para frente. Desde 2020, a economia global acumulou choques em sequência: efeitos da pandemia de Covid-19, guerra na Ucrânia, tarifas impostas pelo governo Donald Trump e, mais recentemente, a guerra no Irã. A cada choque, esperava-se uma desaceleração que justificasse cortes de juros. Não foi o que aconteceu. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.