Julgamento de três policiais militares havia começado pela manhã no Fórum de Guarulhos, na Grande São Paulo. Com a decisão do magistrado que presidia a sessão, o processo terá de recomeçar desde o início, com a formação de um novo conselho de sentença. Ainda não há uma data definida. A crise começou quando o promotor Rodrigo Merli Antunes passou a questionar o capitão da Polícia Militar Manuel Carlos de Carvalho sobre um inquérito relacionado a supostos atentados sofridos pelo advogado Mauro Ribas. Os defensores alegaram que o tema não tinha qualquer relação com os fatos analisados pelo júri e passaram a contestar a pertinência das perguntas. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.