Junho marca 2º mês de saída de estrangeiro da Bolsa, mas saldo do ano segue maior que o
Entenda a saída de estrangeiro da B3 e a queda do saldo positivo para R$ 33,847 bilhões em junho. A B3 registrou saída líquida de capital externo na Bolsa pelo segundo mês consecutivo em junho. Os estrangeiros retiraram R$ 7,785 bilhões da Bolsa, o que reduziu o saldo positivo de 2026 para R$ 33,847 bilhões, a metade do recorde de R$ 69,070 bilhões registrado em 14 de abril. Ainda assim, o montante é 26% superior ao do primeiro semestre do ano passado. O movimento se deve tanto a fatores externos quanto internos: lá fora, as negociações em torno do fim da guerra do Irã reacenderam o interesse pelos mercados asiáticos, juntamente com a busca por ativos relacionados à tecnologia e à inteligência artificial (IA), muito mais fortes em países como a Coreia do Sul e Taiwan. “A queda pela metade tem muito a ver com a rotação dos fluxos que passaram de ações de valor para crescimento”, avalia o estrategista-chefe do BTG Pactual, João Scandiuzzi. “As ações brasileiras são sobretudo de valor: são empresas consolidadas, pagadoras de dividendos, geradoras de lucro, sólidas, mas que não têm exatamente o mesmo apelo, por exemplo, do setor de tecnologia em termos de crescimento e de potencial de mercado”, diz. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Money Times