Julia Gallo reúne corpos retorcidos em carvão e relevos metálicos em mostra
Mostra na Yehudi Hollander-Pappi reúne corpos contorcidos. Na mostra "Primeira Febre", em cartaz na Yehudi Hollander-Pappi, na zona oeste de São Paulo, a artista investiga corpos em transformação contínua, entre fusão e ruptura, em anatomias inventadas que parecem oscilar entre o humano e o inumano. O título da mostra surgiu durante o processo de montagem, quando Gallo percebeu a recorrência de figuras em transformação e corpos que parecem se fundir. "Comecei a ver muitas imagens de fusão, de metamorfose", afirma. "Pensei nesse estado meio febril que tinha nos trabalhos, uma coisa delirante, transbordada da vida.". A febre, para a artista, aparecia menos como pertencente a um universo onírico, ligada ao surreal, e mais como estado físico. "Eu gosto de pensar numa experiência surrealizante que não é do sonho, partindo das sensações corporais, do contato com o mundo.". No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo