Dênis Antônio Martins, Ruan Silva Rodrigues e Fernando Genauro da Silva respondem por homicídio e tentativa de assassinato. Os três PMs são apontados como atiradores e motorista do carro de fuga no atentado em novembro de 2024, que também provocou a morte de Celso Araújo Sampaio de Novais —motorista de aplicativo que estava na área de desembarque do aeroporto— e deixou duas pessoas feridas. Eles negam participação no crime, e suas defesas afirmam que vão provar sua inocência com base em provas documentais e relatos de testemunhas. Os três estão presos e respondem por duplo homicídio doloso e duas tentativas de assassinato. Enquanto os policiais acusados de executar o crime vão a julgamento, três suspeitos do mesmo caso estão foragidos. Dois deles apontados como mandantes do assassinato: Emílio Carlos Gongorra Castilho, o Cigarreira, e Diego dos Santos Amaral, o Didi. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.