Juiz dos EUA rejeita ação do governo Trump contra Harvard por antissemitismo
Washington acusava a universidade de discriminar judeus e israelenses após protestos contra a guerra em Gaza. Na decisão, o juiz Richard Stearns afirmou que a ação do governo não foi capaz de comprovar a existência de uma violação contínua da legislação federal contra discriminação por parte da universidade. O governo ainda pode recorrer. Stearns disse que as alegações do governo se concentravam, em grande parte, em episódios ocorridos durante protestos contra a guerra de Israel em Gaza em 2023 e 2024, com apenas alguns incidentes posteriores, em março de 2025, que eram "isolados e esporádicos demais" para fundamentar de forma plausível uma acusação de violações contínuas dos direitos civis. O juiz afirmou que a ação não apresentou provas suficientes sobre falhas da instituição após o Departamento de Educação informar Harvard, em junho de 2025, de que a universidade não estava cumprindo a Lei dos Direitos Civis de 1964, que proíbe a discriminação com base em raça, cor e origem nacional em programas que recebem recursos federais. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo