Brasileiro diz ter aprendido a ser paciente no saibro e relata lições que levou dos duelos contra Alcaraz, Sinner e Zverev. "O ano passado era o João que realmente não devia nada a ninguém. Era sempre o azarão, 'underdog', ninguém sabia muito o que eu poderia jogar", disse ele, em entrevista em Paris nesta sexta-feira (22). "Atualmente estou um pouco mais firme no top 30. Os jogadores já me conhecem e eu tenho que defender minha pontuação. Para mim, é uma experiência incrível.". A mudança de status, segundo ele, não o incomoda. Pelo contrário, ele a descreve como parte natural do processo de amadurecimento. "Acho que estou melhor mentalmente, melhor fisicamente, tecnicamente também. Então tem tudo para ser um bom torneio.". No domingo (24), Fonseca estreia contra um adversário vindo do qualifying ou um 'lucky loser' — tenista eliminado na última rodada classificatória que entra caso algum titular desista por lesão. Se avançar, pode cruzar com o croata Dino Prizmic (71º lugar na ATP) na segunda rodada e, na terceira, com Novak Djokovic, tricampeão em Paris e atual número 4 do mundo. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.