Japão avança rumo à primeira redução da história do imposto sobre consumo, o que agrava pressão fiscal. A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, fala com a imprensa após uma ligação telefônica com o presidente dos EUA, Donald Trump, em sua residência oficial em Tóquio, Japão, em 25 de novembro de 2025. REUTERS/Issei Kato Publicidade. TÓQUIO, 17 Jun (Reuters) – O Japão ⁠está se encaminhando para uma redução temporária do ⁠imposto sobre o consumo de alimentos para 1%, no que seria a ‌primeira redução efetiva desse tipo, o que pressionaria ainda mais suas finanças, que já se encontram em deterioração, sem qualquer sinal claro sobre como isso ‌seria financiado. A proposta, apresentada por um alto dirigente do Partido Liberal Democrático (PLD), atualmente no poder, a um comitê do governo nesta quarta-feira, reduziria drasticamente a atual alíquota de 8% sobre alimentos por dois anos a partir de abril do próximo ano e serviria como uma medida provisória até que seja introduzido um ⁠sistema ‌de benefícios vinculado à renda. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.