Defesa de ex-vereador tentou adiar julgamento com recursos sobre laudo pericial e provas digitais. "Monique é inocente e será absolvida", disse seu advogado, Hugo Novais. "Uma mãe que teve seu filho assassinado pelo homem que dormia ao seu lado, mas que infelizmente não teve tempo para enxergar o ciclo de violência no qual vivia poderia atingir seu maior amor, o pequeno Henry", afirmou. O defensor comparou o caso de Monique ao de Ângela Diniz, socialite morta em 1976 pelo companheiro. No primeiro julgamento, ele foi condenado a apenas dois anos após a defesa alegar "legítima defesa da honra". A decisão gerou revolta e impulsionou a campanha 'Quem ama não mata'. "Esse julgamento também será uma mudança de paradigma social", disse Novais. O advogado de Jairinho, Rodrigo Faucz, afirmou que espera um julgamento justo. "Baseado exclusivamente nas provas do processo e não no que a acusação tem divulgado nos últimos cinco anos. De qualquer maneira, esse julgamento ocorrerá, pois a defesa respeita as decisões judiciais. No entanto, uma vez que não tivemos acesso a todas as provas, esse julgamento certamente será anulado caso o Jairo seja condenado", disse. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.