Itamaraty exonera funcionária após comissão contestar autodeclaração racial
Procurado, instituto afirma que questionamentos são tratados exclusivamente nos autos do processo; ministério não respondeu. Ela afirma se identificar como negra desde sempre, e afirma que a banca avaliadora não pode definir quais pessoas podem ter, ou não, vivências racistas no Brasil. A candidata cita, ainda, que o próprio Itamaraty a reconheceu etnicamente ao elegê-la para integrar o Comitê Étnico-Racial da instituição como secretária-adjunta. Flávia ressalta ter deixado um emprego estável e assumido despesas ao mudar de Vitória para exercer a função na capital federal, e que nem ela, nem a família possuem condições de sustentar os custos financeiros até o desfecho judicial. "O racismo no Brasil é perverso e muitas vezes velado. As experiências de discriminação não acontecem de forma uniforme, e não cabe à banca definir o que uma pessoa pode ou não viver em termos de racismo. Na prática, a comissão extrapola o que prevê o Estatuto da Igualdade Racial ao tentar estabelecer, de maneira subjetiva, quais experiências raciais seriam legítimas", afirma ela. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo