Thiago Ávila e Saif Abu Keshek foram capturados no final de abril em águas internacionais, segundo organização. A decisão foi anunciada primeiro pelo Ministério das Relações Exteriores de Israel. Em nota divulgada nas redes sociais, a pasta escreveu que os dois integraram uma "flotilha de provocação". Acrescentou ainda que as autoridades concluíram a investigação sobre o caso e que não vão permitir qualquer violação do bloqueio imposto ao território palestino. Também nas redes sociais, a equipe de Ávila informou que os dois ativistas chegaram a Atenas, na Grécia, e deveriam desembarcar no Cairo, no Egito, nas próximas horas. Grupos de direitos humanos e autoridades de vários países disseram que a detenção foi ilegal e ocorreu em águas internacionais, "fora de qualquer jurisdição". Já a ONU (Organização das Nações Unidas) havia exigido a "libertação imediata" dos ativistas. Apesar da pressão internacional, um tribunal israelense rejeitou na última quarta (6) um recurso contra a prisão. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.