Pai foi preso e, segundo a polícia, confessou o crime; OUTRO LADO: Defensoria afirma que atua no processo. "Sempre foram ensinados a mentir, coagidos pelo pai a mentir, a não falar a verdade no hospital. Eles diziam que tinham caído, que estavam bricando, correndo", afirmou a delegada ao "Fantástico", da TV Globo. O menino morreu na última quarta-feira (8), três dias após ter sido agredido pelo pai. O homem, segundo a polícia, confessou a agressão. A violência teria ocorrido após o menino não ter dado "bom dia" da maneira esperada. Procurada por e-mail nesta sexta-feira (10), a Defensoria Pública, que representou o suspeito na audiência de custódia realizada no dia 6, informou que continuará atuando no processo caso ele não constitua advogado particular. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.