Iraque busca rotas alternativas para petróleo em meio a risco no Estreito de Ormuz
Premiê alerta que o país não pode depender de um único corredor de exportação, enquanto ataques elevam a tensão na fronteira com o Irã. O primeiro-ministro do Iraque, Ali al-Zaidi, afirmou que o país está entre aqueles que mais sofrerão com o fechamento do Estreito de Ormuz e, por isso, não pode depender da rota marítima como a única para suas exportações de petróleo. “Bagdá não pode permanecer refém de um único corredor”, disse ele, segundo a ISNA. Os comentários acontecem em meio a persistência de tensões no Oriente Médio. Mais cedo, dois oficiais de alto escalão do Iraque foram alvejados em ataques lançados da região da fronteira com o Irã. Um drone foi disparado no escritório de Masrour Barzani, primeiro-ministro da região curda semi-autônoma do norte do Iraque, e o outro teve como alvo a casa de um alto funcionário regional de inteligência, disse o serviço de contraterrorismo iraquiano. Teerã nega qualquer envolvimento com a ofensiva. Uma autoridade iraniana de alto escalão disse à ISNA que o incidente é “outro exemplo de falsa bandeira vermelha”. “Operações do Irã serão oficialmente e explicitamente anunciadas”, disse. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney