Irã se despede de Khamenei e enfrenta seu legado em meio a divisões profundas
Funeral mobiliza linha-dura, mas legado do líder deixa país mais polarizado. Pessoas reagem ao lado do caixão do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, morto em 28 de fevereiro em ataques aéreos de Israel e dos Estados Unidos, no dia de seu sepultamento, etapa final do funeral de massa, em Mashhad, Irã, em 9 de julho de 2026. REUTERS/Alkis Konstantinidis Publicidade. Neto de um influente clérigo xiita, nascido em Qom — centro dos estudos religiosos no Irã — e criado em uma família tradicional que abraçou a teocracia, um profissional do setor de tecnologia relata que, no fim dos 20 anos, deixou de rezar e passou a rejeitar o governo clerical. Hoje, diz que mal consegue falar sobre política ou religião com o pai e os irmãos. Agora na casa dos 30, ele afirma que a sociedade iraniana está profundamente dividida — inclusive entre opositores da República Islâmica — e atribui essa fratura a um homem: o aiatolá Ali Khamenei. O líder supremo, que comandou o Irã por mais de três décadas, foi sepultado nesta quinta-feira, após morrer no início da guerra deflagrada por Estados Unidos e Israel. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney