Segundo chancelaria iraniana, ataques representam uma "violação flagrante" da Carta das Nações Unidas. Navios de carga no Golfo, perto do Estreito de Ormuz, vistos do norte de Ras al-Khaimah, próximo à fronteira com a região administrativa de Musandam, em Omã, em meio ao conflito entre os EUA e Israel com o Irã, nos Emirados Árabes Unidos, 11 de março de 2026. REUTERS/Stringer/Foto de Arquivo/Foto de Arquivo Publicidade. O Ministério da Relações Exteriores do Irã condenou nesta quarta-feira (3) ataques atribuídos aos Estados Unidos contra um petroleiro iraniano no Estreito de Ormuz e uma torre de telecomunicações na ilha de Qeshm, afirmando que as ações violam o cessar-fogo em vigor e o direito internacional. Em comunicado, Teerã também responsabilizou Kuwait e Bahrein por supostamente terem permitido o uso de seus territórios para a operação. Segundo a chancelaria iraniana, os ataques ocorreram nas primeiras horas do dia e representam uma “violação flagrante” da Carta das Nações Unidas, que proíbe o uso da força nas relações internacionais. O governo iraniano afirmou ainda que a ofensiva rompeu o entendimento de cessar-fogo firmado anteriormente entre as partes. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.