Para analista, não se descarta o papel do desajuste fiscal na atual pressão inflacionária brasileira, mesmo que a guerra no Oriente Médio também esteja entre as causas. O início de 2026, no agregado, foi marcado por um forte otimismo nos ativos de risco brasileiros. Impulsionado, especialmente, pela expectativa de queda de juros e bom fluxo de capital estrangeiro, o Ibovespa chegou próximo aos 200 mil pontos, máxima histórica inquestionável. No entanto, poucos meses depois, o ambiente é consideravelmente diferente. O Ibovespa acumula queda de cerca de 15% desde o topo, e o mercado agora questiona a continuidade do ciclo de cortes da Selic. A “culpa” dessa mudança de humor frequentemente recai sobre o conflito no Oriente Médio, que desencadeou pressão inflacionária e aversão ao risco ao redor do mundo. Mas para Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, não se pode descartar que, tratando-se de Brasil, o maior peso nas incertezas econômicas vem de dentro de casa. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.