Investigados por morte de jovem em salto sem corda alegam esquecimento
Advogado afirma que acusados estão em estado de choque e por isso não conseguem explicar o ocorrido. A jovem morreu após ser lançada no sábado (13), durante uma atividade de rope jump (salto com corda) na ponte do Esqueleto, no limite de Limeira com Cordeirópolis, no interior de São Paulo, sem a fixação da corda que deveria ser utilizada no salto. Segundo o Fantástico, um dos presos, Luis Felipe Feliciano Egoroff, 32, disse à polícia que a equipe cobrava R$ 180 por salto e não seguia uma divisão fixa de funções. De acordo com ele, a conferência dos equipamentos era realizada de forma compartilhada. "Às vezes a gente, tipo assim, não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso", afirmou. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo