Associações defendem que diplomacia seja ampliada para tentar reverter adoção de sobretaxas. O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa sobre tarifas no Jardim das Rosas da Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, em 2 de abril de 2025. REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo Publicidade. Instituições representativas de diversos setores da economia brasileira se manifestaram após o anúncio da sobretaxa de 12,5% pelos Estados Unidos aos produtos aqui realizados. Diversas associações reafirmaram o pedido de fortalecimento das conversas entre o governo brasileiro e o americano na tentativa de criar acordos que baixem as alíquotas. A Abimaq, que representa a indústria de máquinas e equipamentos, defende que “o caminho mais adequado é o fortalecimento da diplomacia, tanto em nível governamental quanto empresarial”. A entidade rechaçou a ideia de adoção da Lei da Reciprocidade Econômica como resposta a nova alíquota, e que, apesar da “decisão dos Estados Unidos ter motivação predominantemente política, uma reação brasileira baseada em retaliação tende a ser pouco eficaz, podendo ainda comprometer o diálogo entre os dois países”. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.