Número de pessoas aguardando recuou a 2,557 milhões no mês. Entidades dizem que queda foi possível por mecanismos artificiais, como limite de acesso aos benefícios. A fila de requerimentos de benefícios ao INSS caiu de 2,793 milhões em março para 2,557 milhões em abril, o segundo mês consecutivo de redução, após mudanças promovias pelo governo. Mas, segundo especialistas e entidades representativas dos segurados, as estatísticas melhoraram de modo artificial, com medidas que desestimulam a entrada de novos pedidos, limitando o acesso do cidadão. No fim de abril foi editada uma instrução normativa que proíbe a abertura de um novo pedido de benefício — aposentadoria, pensão e Benefício de Prestação Continuada (BPC) — se já houver um processo idêntico em andamento, incluindo prazos de recurso. Agora, é preciso aguardar um prazo mínimo de 30 dias para refazer o requerimento em caso de indeferimento. Para o especialista em direito previdenciário João Balari, essa é uma medida paliativa, que prejudica o direito dos segurados e pode resultar em passivos judiciais. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.