Entidade mantém projeção de crescimento de 1,2% para o setor em 2026, mas vê piora da confiança dos empresários e aponta Selic elevada como principal entrave para novos. Pessoa em frente a prédio em construção no Rio de Janeiro (Foto: REUTERS/Pilar Olivares) A construção civil brasileira continua crescendo e gerando empregos, mas cada vez mais apoiada nas obras de infraestrutura do que no mercado imobiliário tradicional. Essa foi a principal mensagem da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) ao divulgar, nesta quarta-feira (13), o balanço do segundo trimestre do setor e suas perspectivas para 2026. Publicidade. A entidade manteve sua projeção de expansão de 1,2% para a construção civil neste ano, apesar de um ambiente marcado por juros elevados, custos acima da inflação e deterioração da confiança dos empresários. Segundo a CBIC, o avanço das concessões, das Parcerias Público-Privadas (PPPs) e dos investimentos em saneamento vem compensando parte das dificuldades enfrentadas pelos segmentos mais dependentes do crédito. “O melhor dinamismo das obras de infraestrutura e os lançamentos imobiliários realizados nos últimos dois anos, que ainda estão em execução, nos levaram a manter a projeção de crescimento”, afirmou a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos, durante a apresentação. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.