Influenciadores mirins precisarão de alvará judicial para monetizar conteúdo, decide CNJ
CNJ aprovou por unanimidade resolução que exige alvará judicial para crianças em conteúdos digitais monetizados. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Guia de Compras Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Internet e Redes Sociais Influenciadores mirins precisarão de alvará judicial para monetizar conteúdo, decide CNJ O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nesta terça-feira (23) uma resolução que define como juízes devem analisar, conceder e fiscalizar alvarás para Layse Ventura 23/06/2026 18:37 CNJ anuncia novas regras para influenciadores mirins - Image: Dragos Condrea/iStock Compartilhe: O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou por unanimidade nesta terça-feira (23) uma resolução que cria regras para a concessão de alvarás judiciais destinados à participação de crianças e adolescentes em atividades artísticas no ambiente digital. A medida entra em vigor na data de publicação da norma, segundo comunicado do órgão. A regra alcança conteúdos publicados em perfis, canais ou espaços digitais – dos próprios jovens, de responsáveis ou de terceiros – quando a imagem, a voz ou a rotina de crianças e adolescentes for explorada de forma habitual em conteúdos monetizados ou impulsionados nas plataformas. O compartilhamento ocasional de fotos de crianças não é o foco do texto. A autorização judicial deverá ser individual para cada criança ou adolescente, mesmo em atividades coletivas. A análise será feita caso a caso, considerando frequência de exposição, tipo de conteúdo, monetização e compatibilidade com o desenvolvimento físico, psíquico, moral e educacional do jovem. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital