Índice de preços sobe 2,6% em abril, abaixo do pico recente, enquanto governo congela combustíveis e espera nova liberação de recursos do FMI. Clientes observam frutas e verduras em um supermercado em Buenos Aires. Fotógrafa: Erica Canepa/Bloomberg Publicidade. A inflação da Argentina desacelerou pela primeira vez em 11 meses, em uma vitória para o presidente Javier Milei, após os preços terem disparado em março por causa do choque do petróleo relacionado à guerra no Irã. Os preços ao consumidor subiram 2,6% no mês passado em relação a março, ligeiramente acima da mediana de 2,5% estimada por economistas consultados pela Bloomberg. Em relação a um ano antes, a inflação recuou marginalmente para 32,4%, de 32,6%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela agência de estatísticas Indec. Transporte registrou a maior alta, de 4,4%, puxada pelos combustíveis, seguido pelo setor de educação. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.