Após cair para 1,5% em maio do ano passado, o índice começou a crescer e chegou a 3,4% em março. Desde que chegou ao poder, o ultraliberal já havia passado por curtos períodos de aceleração do índice. Em março de 2025, por exemplo, a inflação no país vizinho cresceu em relação ao mês anterior pela segunda vez consecutiva, chegando a 3,7%, mas o número voltou a reduzir em seguida. Em maio do ano passado, no entanto, após bater 1,5%, o mínino do mandato de Milei, o índice começou a crescer e chegou a 3,4% no último março. O número é 17 vezes menor do que os 25,5% de inflação que a Argentina registrou em dezembro de 2023, quando o presidente argentino tomou posse, mas muito aquém de suas promessas. O governo creditou a aceleração a três fatores principais. Primeiro, à incerteza em relação às eleições de meio de mandato de outubro do ano passado —cujos resultados, aliás, foram positivos para Milei—; depois, aos impactos no mercado de petróleo com a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã; e, por último, ao aumento de preços na carne, na educação e no transporte. Agora, a expectativa da gestão é a de que o mercado já tenha absorvido a alta nos preços do petróleo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.