Inflação anual na OCDE acelera para 4,6% em maio com alta da energia
O indicador subiu em 16 países-membros e atingiu 3,5% no G7, onde o custo energético teve a maior alta desde 2022, enquanto a inflação de alimentos registrou recuo global. A inflação ao consumidor nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) acelerou para 4,6% em maio de 2026, na comparação anual, ante 4,4% em abril, impulsionada principalmente pela alta dos preços de energia, informou a entidade nesta segunda-feira, 6. O avanço da inflação cheia ocorreu em 16 dos países-membros, enquanto houve desaceleração em oito e estabilidade em outros 14. Segundo a OCDE, a inflação de energia subiu de 13,2% em abril para 15,8% em maio, com aceleração em 26 dos 37 países com dados disponíveis. Canadá, Lituânia, Turquia e Estados Unidos registraram inflação de energia acima de 20%, enquanto Costa Rica, Dinamarca, Islândia, Japão e Noruega apresentaram variação negativa nesse componente. Em contrapartida, a inflação de alimentos recuou 0,4 ponto porcentual, para 3,6%, na maior parte das economias da OCDE. Já o núcleo da inflação, que exclui alimentos e energia, avançou para 3,8%, alta de 0,2 ponto porcentual. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney